quarta-feira, 19 de maio de 2010

Blogagem Coletiva


Participem da primeira blogagem coletiva em defesa dos direitos das crianças alérgicas em terem acesso às fórmulas especiais para sua alimentação!
A alergia alimentar é uma reação adversa a alguns alimentos com envolvimento do sistema imunológico e vem crescendo a sua prevalência assustadoramente.
O ideal para prevenir a alergia alimentar é que a mãe amamente em dieta de restrição do alérgeno em questão, amamente exclusivamente até os seis meses e continue amamentando por pelo menos dois anos.

No entanto sabemos que às vezes isso não é possível e a criança necessita se alimentar com fórmulas especiais: são os hidrolisados protéicos e as fórmulas à base de aminoácidos livres. Essas fórmulas possuem alto custo (podem chegar a custar R$ 500,00 uma lata de 400g).

Esse valor elevado é inviável para a maioria das famílias brasileiras e por isso a necessidade de recorrer ao governo.

Infelizmente muitas vezes o direito de acesso às fórmulas não é garantido. De diversas maneiras isso acontece: não se têm acesso às fórmulas por não conseguir ingressar no programa de dispensação, atrasos na distribuição de quem já faz parte do programa, redução no quantitativo total sem avaliar a real necessidade da criança, ente outros.

É um verdadeiro descaso e um desrespeito o que vem acontecendo e nossos gestores estão esquecidos de uma premissa básica na nossa Constituição Federal: Art. 196.

A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

Por isso convocamos todos vocês para participarem dessa blogagem coletiva!

No dia 05 de junho de 2010 publique um texto, uma foto, uma música a respeito da alergia alimentar e denuncie o descaso do poder público em relação a quem precisa das fórmulas de alto custo para alimentar seu filho. Espalhe essa idéia no orkut, blog, twitter, facebook, tumblr, feedly, fotolog.....

Pelos nossos direitos!

Bianca Gouveia
Presidente da ABAPAA

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Acampamento com direito à bolo de chocolate (sem leite)

Final de semana, friozinho chegando, não sabe o que fazer para entreter a criançada.....siga o exemplo de "maridus bagunceiros", monte um verdadeiro acampamento no seu quarto, claro que uma coisinha básica, singela que dura só sexta/sábado/domingo.....oh céus!


Em meio a tanta bagunça filha mais velha fez seu 1º e delicioso "Bolo de Chocolate" (de caixinha, rsrsrs) ficou simplesmente m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o, essa puxou os dotes culinários de mamã, rsrsrsrs. a minha claro não a dela.

Mas e daí como controlar a lombriga de Mirellinha que não pode ouvir a palavra "boio"?????? Fácil, tb. fiz meu "1º bolo" em 3 minutos, no microondas totalmente free de leite de vaca.

Mamis de criançada "alergica a leite", tomem nota da receita que será uma alternativa a mais de guloseimas para as idas as festinhas de aniversário e tb. ótima solução para um lanche, mega, hiper, super, rápido.
Ingredientes:
- 1 ovo
- 4 colheres (sopa) de leite de côco
- 2 colheres (sopa) de óleo
- 2 colheres (sopa) de chocolate em pó (dos frades ou garoto)
- 4 colheres (sopa) de açúcar
- 4 colheres (sopa) farinha trigo
- 1 colher (café) de fermento em pó
Modo de Fazer:
Quebre o ovo em uma tigelinha e bata com um garfo.
Acrescente delicadamente todos os ingredientes e continue batendo com o garfo.
Coloque a mistura no copo de "Cup Noodles" e leve ao microondas por 3 minutos na potência máxima.....espere esfriar e desenforme.
Dicas: * a medida da colher é sempre rasa.
* se quiser troque o chocolate por refresco em pó no seu sabor preferido, nesse caso use só 1 colher de açúcar para não ficar muito doce.
* se o bolo ficar um pouco seco umideça com Sprite e depois salpique com granulado Pan.
* para crianças sem restrições alimentares pode colocar por cima cobertura para sorvete, geleias, leite condensado, aí vai da sua imaginação.
Mirellinha aprovou e mal esperou o bolo esfriar pra comer......."botem" reparo na minha forminha é daquele macarrão semi pronto !

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Fofurex

Esses selinhos que ganhei da Danny do blog http://blogdamamaedanny.blogspot.com/ , o que vc. não conhece?????? então passa lá, tenho certeza que de cara vc. já vai virar seguidor(a).
Regra: Tenho que responder o que tem dentro da minha bolsa, então vamos lá.
* carteira (cheia de papeis, cartão de visitas e outras "cozitas" mais, menos money)
* celular
* carregador de celular
* pen drive
* máquina fotográfica
* Alivium
* calçinha reserva da Mirella
* porta chupeta com 1 chupeta dentro (sempre tenho reserva na bolsa)
* papel de bala
* balinha tic tac
* agenda
* cartucho de impressora vazio
* frasquinho de líquido secante de lava louça
* batom
* linha branca e agulha
* porta níquel
* livro "Jardim dos Girassóis"
* creme para mãos
* imã de geladeira de pizzaria
* presilha
* manual do celular
* receitas médicas
* guia de exames
* amostra grátis de um creme da Natura (Tododia verão / uva e água de coco)
* óculos de sol (que nunca uso)
* comprovante de pagamento da C& A, Pernambucanas
* convite de aniversário dos filhos da Ariadne Paixão (detalhe o niver foi em março)
* lista de material escolar da Helô

Ela tb. me deu este selinho:

E passo esses 2 selinhos para as seguintes meninas:

http://clarinhacoqueirinho.blogspot.com/

http://www.driviaro.com.br/

http://blogdospaixao.blogspot.com/

http://umamaeumamulher.blogspot.com/

terça-feira, 11 de maio de 2010

Divulgando

Olá Maira, td bem?
Obrigada por me mandar seu email.

Meu nome é Ana Flavia, trabalho na Ketchum, agência que está assessorando a Support, divisão de nutrição médica da Danone.
Queria dividir com você informações importantes para as mães de bebês, para você checar se pode nos ajudar divulgando a campanha em seu blog. Provavelmente alguma de suas leitoras já deve ter passado por isso ou está passando.
Dia 7/5 é Dia da Prevenção da alergia e uma das mais comuns entre os bebês é a alergia ao leite de vaca: 1 em cada 20 bebês tem alergia ao leite. Os sintomas podem ser vômitos, cólicas, diarréias, erupção cutânea, eczema, prisão de ventre, urticária (placas avermelhadas na pele), chiado no peito, coriza, coceira no nariz e olhos. Como esses sintomas são comuns há várias doenças, pode ser que o pediatra tenha dificuldade em fechar o diagnóstico rapidamente.
E quanto mais demora o diagnóstico, mais prejudicial é para a criança. A alergia ao leite de vaca pode levar a baixo ganho de peso, de altura e desnutrição, que por sua vez pode prejudicar o desenvolvimento neuromotor.
O tratamento existe e é baseado em dieta com exclusão total do leite de vaca e derivados. Como o leite que as mães ingerem passa pelo leite materno, a mãe deve continuar amamentando e fazer dieta sem leite de vaca e derivados. Porém, quando a mãe não tem mais leite materno e seu bebê já consome fórmulas à base de leite de vaca ou leite de vaca in natura, o bebê deve parar de consumir o leite e trocar por dietas especiais hipoalergênicas.
As dietas hipoalergênicas mais recomendadas são as extensamente hidrolisadas (eficazes em 90% dos bebês) e as de aminoácidos (eficazes em 100% dos casos). A soja ainda é muito utilizada, porém tem alto risco de falha e não tem sido recomendada pelas sociedades médicas para os bebês muito pequenos.
Uma confusão muito comum é achar que alergia ao leite e intolerância à lactose são a mesma coisas: mas não são, e o seu diagnóstico, tratamento e evolução são diferentes.
Para ajudar as mães a entender sobre essa alergia, foi criado o site http://www.alergiaaoleitedevaca.com.br/, que traz conteúdo sobre a alergia ao leite e também possibilita a troca de informações com outras mães. É esse endereço que gostaríamos de divulgar, com o objetivo de informar a maior quantidade de mães possíveis.
Caso tenha alguma dúvida, me procure, por favor.
Obrigada!
Ana Flávia / Ketchum Digital

Amigos o texto acima recebi por email da Ana Flávia, o qual tem por objetivo a divulgação e um esclarecimento maior a respeito da ALV, que é um assunto o qual conheço um pouquinho, devido as dificuldades e problemas que enfrentei com Mirella, que graças a Deus está totalmente sob controle.
Mas além da divulgação desse site que eu acho muiiiito legal e ele realmente é bem esclarecedor e só por isso resolvi fazer esse post, quero também deixar bem claro aqui a minha opinião pessoal a esse respeito, como todos sabem eu não sou médica, sou apenas uma mãe curiosa e interessada que vivencio esse problema com minha filha desde que ela tinha 3 meses, então mais uma vez friso que nem sempre o que deu certo com minha filha pode dar certo com outros bebês.
Embora a "Associação Brasileira de Pediatria" realmente não recomende dar leite de soja a um bebezinho alergico pq. de 40 a 60% dos alergicos a leite de vaca, acabam desenvolvendo tb. alergia a soja, graças a Deus e a minha Santa Rita de Cássia com Mirella isso não aconteceu e ela se adaptou muiiiiiito bem a soja.
E vou falar mais se eu tivesse um 3º filho, quando chegasse a hora do desmame eu posso afirmar a vcs. que eu não daria leite de vaca, independente de ser alergico ou não "eu" daria leite de soja que ao "meu" ver é muito mais saudável.......... só pra deixar registrado Helô tomou e toma até hoje leite de vaca, ainda não consegui mudar esse hábito.
Mas realmente tem bebês que não se adaptam a soja e precisam dos chamados "leites especiais", mas isso tem que ser diagnosticado por um médico competente, não se pode ir prescrevendo esses leites a qualquer assadura.
O melhor leite para o bebê alérgico ou não é sem dúvida o LEITE MATERNO, esse sim cura alergia, assim como dieta de exclusão.
Mas uma coisa que me deixa muito triste e revoltada é ver relatos de mães que realmente tem filhos que precisam desses leites especiais como o Pregomin ou Neocate da multinacional Support e tem tanta dificuldade de conseguir porque são caríssimos em torno de R$ 500,00 a lata que dura de 4 a 5 dias; e precisão entrar com liminar na justiça pra conseguir receber do governo o leite que é um direito da criança, que está no estatuto da criança e do adolescente..... só que pra conseguir esse leite do governo é uma verdadeira "novela" e domora no mínimo correndo tudo bem uns 30 dias pra conseguir.
Daí quando essas mães conseguem e vão todo mês buscar seu leite, tem que torcer, rezar pro funcionário não invocar e resolver decidir que ao invés de 10 latas vc. vai levar só 08 que já tá bom demais (como contou minha amiga blogueira mamãe do Claudio Henrico).
Fiquei sabendo que a alguns anos atrás, pessoas que precisavam conseguiam comprar esses leites com um preço bemmmmmmmm mais barato pela Fundação "Ruben Bertha" mas infelismente a Support entrou com liminar para proibir a Fundação de trazer esses leites.
A Support é a única fabricante desses leite, massss essa é outra estória , que envolve a indústria farmacéutica e vamos deixar pra lá.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Hoje Dia das Mães


A montagem acima foi feita pela amiga Dani do blog

Mesmo já sendo quase finzinho de tarde, não podia deixar de passar aqui pra desejar "Um Feliz dia das Mães" a todas as minhas amigas queridas companheiras de blogsfera que são mamães, minhas comadres (Bia e Monique), minha sogra e minha mãe que mesmo do céu sei que sente todo o meu carinho.....a todas vcs. deixo meu beijo e tb. essas flores.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A angustia da separação ou crise dos 8 meses


Me deparei hoje com este texto, na MFAL (comunidade do orkut), achei lindo e resolvi dividir com quem ainda não o conhece. Fala sobre algo que vivi com "Mirella Chicletinho", quem segue esse blog a algum tempo sabe do que estou falando, quando voltei a trabalhar depois da licença maternidade (esse blog ainda nem existia) minha bebê sentiu muito minha ausência, ouve dias em que realmente cogitava a hipótese de parar de trabalhar, porque estava sentido que ela não estava se adaptando bem a minha ausência e a noite quando estavamos juntas ou nos finais de semana menina simplesmente grudava em mim, à noite começou a acordar a cada 1h. pra mamar, foi uma época difícil que durou alguns meses, mas tudo deu certo e embora a dependência dela para comigo tenha melhorado bastante, ela ainda é o meu chicletinho, mesmo já estando com 2 anos e 5 meses.
Quando o bebê chega aos seis ou oito meses de idade, começa a operar a angústia da separação que, geralmente, continua a se manifestar de uma forma ou outra até os cinco anos. Em breve o bebê começa a sentir pânico quando não vê sua mãe. É preciso levar a sério a intensidade dos seus sentimentos. A mãe é o seu mundo, é tudo para o bebê, representa sua segurança.
Um pouco de compreensão.
O bebê não está “chatinho” nem “grudento”. O sistema de angústia da separação, localizado no cérebro inferior está geneticamente programado para ser hipersensível. Nos primeiros estágios da evolução era muito perigoso que o bebê estivesse longe da sua mãe e, se não chorasse para alertar seus pais do seu paradeiro, não conseguiria sobreviver. O desenvolvimento dos lóbulos frontais inibe naturalmente esse sistema e, como adultos, aprendemos a controlá-lo com distrações cognitivas.
Se você não está, como ele sabe que você não foi embora para sempre?
Você não pode explicar que vai voltar logo, porque os centros verbais do seu cérebro ainda não funcionam. Quando ele aprender a engatinhar, deixe-o segui-la por todas as partes. Sim, até ao banheiro.Livrar-se dele ou deixá-lo no cercadinho não só é muito cruel, também pode produzir efeitos adversos permanentes. Ele pode sentir pânico, o que significa um aumento importante e perigoso das substâncias estressantes no seu cérebro.Isso pode resultar em uma hipersensibilização do seu sistema de medo, o que lhe afetará na sua vida adulta, causando fobias, obsessões ou comportamentos de isolamento temeroso. Pouco a pouco, ele vai sentir-se mais seguro da sua presença na casa, principalmente quando comece a falar.
A separação aflige as crianças tanto quanto a dor física.
Quando o bebê sofre pela ausência dos seus pais, no seu cérebro ativam-se as mesmas zonas que quando sofre uma dor física. Ou seja, a linguagem da perda é idêntica à linguagem da dor. Não tem sentido aliviar as dores físicas, como um corte no joelho e não consolar as dores emocionais, como a angústia da separação. Mas, tristemente, é isso o que fazem muitos pais. Não conseguem aceitar que a dor emocional de seu filho é tão real como a física. Essa é uma verdade neurobiológica que todos deveríamos respeitar.
As vezes, impulsamos nossos filhos a ser independentes antes do tempo.
Nossas decisões como padres podem empurrar nossos filhos a uma separação prematura. Um exemplo seria enviá-los a um internato (1) pequenos demais. As crianças de oito anos ainda podem ser hipersensíveis à angústia da separação e ter muita dificuldade em passar longos períodos de tempo longe dos seus pais. Sua dor emocional deve ser levada a sério. O Sistema GABA do cérebro é sensível âs mais sensíveis mudanças do seu entorno, como a separação de seus pais. Estudos relacionam a separação a pouca idade com alterações desse sistema anti-ansiedade.
As separações de curto prazo são prejudiciais.
Alguns estudos detectaram alterações a longo prazo do eixo HPA do cérebro infantil devido a separações curtas, quando a criança fica aos cuidados de uma pessoa desconhecida. Esse sistema de resposta ao estresse é fundamental para nossa capacidade de enfrentar bem o estresse na vida adulta. É muito vulnerável aos efeitos adversos do estresse prematuro. Os estudos com mamíferos superiores revelam que os bebês separados de suas mães deixam de chorar para entrar num estado depressivo. Param de brincar com os amigos e ignoram os objetos do quarto. À hora de dormir há mais choro e agitação. Se a separação continuava, o estado de auto-absorção do filho se agravava e lhe conduzia à letargia e a uma depressão mais profunda.
Pesquisas realizadas nos anos setenta demonstraram que alguns bebês cuidados por pessoas desconhecidas durante vários dias entravam em um estado de luto sofriam de um trauma que continuava a afligir-lhes anos depois. Os bebês estudados estavam sob os cuidados de adultos bem intencionados ou em creches residenciais durante alguns dias. Seus pais iam visitá-los, mas basicamente, estavam em mãos de adultos que eles não conheciam.Um menino que se viu separado de sua mãe durante onze dias deixou de comer, chorava sem parar e se jogava ao chão desesperado. Passados seis anos, ele ainda estava ressentido com sua mãe. Os pesquisadores observaram a inúmeras crianças que haviam sido separadas de seus pais durante vários dias e se encontravam em estado de ansiedade permanente. Muitos passavam horas imóveis, olhando a porta pela qual havia saído sua mãe. Aquele estudo, em grande parte gravado em filme, mudou no mundo inteiro a atitude em relação às crianças que visitam suas mães no hospital.
Mas, não é bom o estresse?
Algumas pessoas justificam sua decisão de deixar o bebê desconsolado como uma forma de “inoculação de estresse”. O que significa apresentar ao bebê situações moderadamente estressantes para que aprenda a lidar com a tensão. Aqueles que afirmam que os bebês que choram por um prolongado período de tempo só sofre um estresse moderado estão enganando a si mesmos.
(1) Nota da tradutora: a autora é inglesa e o sistema de internato é muito comum no Reino Unido.

Tradução de um trecho do capítulo O Choro e as Separações do livro The Science of Parenting de Margot Sunderland. Esse livro foi premiado em 2007 pela Academia Britânica de Medicina como o melhor livro de medicina popular. Não é um simples livro de conselhos para pais, mas sim um livro que, baseado em mais de 800 experimentos científicos, explica o que a ciência nos diz sobre como os diferentes tipos de criação afetam os nossos filhos.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Vacina H1N1 - lá fomos nós


Vocês jovens de 29 à 39 anos, que serão os próximos alvos da campanha de vacinação H1N1, e estão com medo da agulha lhes garanto que não doe nadica de nada....se bem que esse negócio de dor é muito pessoal e também depende da mão que lhes aplica, mas marido, Helô (essa é valente) e eu demos sorte, já tomamos nossas vacinas e não tivemos nenhuma reação (thanks god), agora só falta programar a da Mirellinha.

Vcs. repararam que agora aí ao lado tem um aquário de peixes fofíssimos, é cortesia da amiga Juliana que está com muitas novidades lá no blog, quando vi esse aquário pensei logo que era uma forma de prestar uma homenagem ao Azulino, nosso peixe Beta que teve uma passagem tão meteórica lá em casa, que não deu tempo nem de fazer um post pra mostrar o "novo" que agora é ex membro da família.....tá confuso....vou explicar melhor.
Seguinte eu tenho um vaso lindo que ganhei da minha prima Isabela, o nome do vaso é Chapéu de Bruxa, já aviso aos engraçadinhos que o nome já vem de fábrica, nada a ver com a dona do "tal vaso" que no caso "soy jo", apesar que não sei quem foi o espírito de porco (né marido) que ensinou Mirellinha a chamar a mamys de Bruxa Véia.....mas eu já acabei com a graça, já avisei a todos bruxa sim, véia nãoooooooooooo......enfim voltando ao meu lindo vaso, ele tem 2 partes, a de baixo é um vaso e a de cima que se encaixa parece o tal chapéu de bruxa, mandei fazer um arranjo bem legal com girassóis que eu adoroooooo e marido deu idéia de colocar um peixinho Beta no vaso de baixo e sempre foi assim, até o dia que o último morreu e ficamos muito tempo sem......Helô vivia cobrando que queria um peixinho novo, e a uns 15 dias atrás compramos pra meninas um Beta lindo todinho azul (que é a cor preferida de dona Mirellinha), só que da loja até chegar em casa houveram algumas paradas e Mirella gamou no peixe, ela chamava o finado de "pessezul" (peixe azul)......e sei que foi um tal dela carregar aquele saquinho com o peixe dentro e fazer "tsunami" que no final acho que abalou a saúde do coitado, resumindo ele viveu feliz no lar Buscapé por mais ou menos 1 semana, depois, foi pro céu dos peixinhos, quando Mirellinha deu pela falta do pessezul, achei melhor dizer que ele foi pro pet shop tomar banho, igual a Cléo sempre faz, no que ela respondeu prontamente.....ah tá bom., rsrsrs., agora hoje se der tempo vou providenciar a volta do peixe azul do pet shop, rsrsrs., antes que menina possa desconfiar de algo, rsrsrs., mas com esse não haverá tsunami, rsrsrs.